Para fisioterapeutas · Atendimento 100% online

Contabilidade para fisioterapeutas com imposto a partir de 6%

No Simples Nacional, a fisioterapia paga a partir de 6% no Anexo III ou de 15,5% no Anexo V. Quem decide é o Fator R: sem planejar o pró-labore, a empresa cai no Anexo V sem perceber. Cuidamos do CNPJ e do Fator R e orientamos o registro no CREFITO, para você só atender.

  • Fator R e pró-labore planejados para o Anexo III
  • Abertura do CNPJ com orientação para o registro no CREFITO
  • Resposta em até 60 minutos em dias úteis

Descubra em qual anexo sua empresa deveria estar

Conte como você atende e quanto fatura. Um contador responde em até 60 min em dias úteis.

Seu CNPJ é

Usamos seus dados apenas para responder a este contato.

Prefere falar direto? Chamar no WhatsApp

Fator R abaixo de 28% leva a fisioterapia para o Anexo V

A alíquota do Simples começa em 6% quando a folha, incluindo o pró-labore, chega a 28% da receita dos últimos 12 meses. Abaixo disso, a empresa é tributada pelo Anexo V, que começa em 15,5% sobre o faturamento. Ver fonte oficial

Você se identifica?

Situações que todo fisioterapeuta com CNPJ acaba enfrentando

No Anexo V sem saber

O pró-labore foi definido sem olhar o Fator R, e a empresa paga a alíquota mais alta do Simples todo mês.

Registro no CREFITO pendente

A empresa de fisioterapia precisa de registro no CREFITO e de um responsável técnico, além do CNPJ.

A clínica quer contratar como PJ

Você recebeu proposta para prestar serviço com CNPJ e não sabe se compensa nem por onde começar.

Atendimento domiciliar

Deslocamentos, recebimentos por paciente e notas fiscais precisam de controle próprio para não virarem confusão.

Carnê-leão pesado

Atendendo como pessoa física, a renda é tributada pela tabela do IR, que chega a 27,5%, além do INSS.

Studio, equipe ou sócios

Pilates, contratação de outros fisioterapeutas e divisão de resultado mudam CNAE, contrato e apuração.

O que custa caro

Onde o fisioterapeuta perde dinheiro sem perceber

Alíquota do Anexo V todo mês

Com o Fator R abaixo de 28%, a alíquota inicial passa de 6% para 15,5% sobre todo o faturamento.

Pró-labore no valor errado

Baixo demais derruba o Fator R; alto demais gera INSS e IR sem necessidade. O ponto certo sai da conta, não do chute.

Empresa irregular no conselho

Sem o registro da empresa e o responsável técnico no CREFITO, a clínica fica exposta à fiscalização do conselho.

Conta pessoal misturada com a da empresa

Receber de pacientes na conta pessoal atrapalha a comprovação da receita e a distribuição de lucros com isenção.

Como o imposto é calculado

Pessoa física, Anexo V ou Anexo III: a diferença no seu bolso

Autônomo (pessoa física)

Renda tributada pela tabela progressiva do IR, que chega a 27,5%, com carnê-leão mensal e INSS como contribuinte individual.

CNPJ no Anexo V

Quando a folha e o pró-labore ficam abaixo de 28% da receita. A alíquota inicial do Simples é de 15,5% sobre o faturamento.

CNPJ no Anexo III

Quando a folha e o pró-labore chegam a 28% da receita. A alíquota inicial é de 6%, com INSS e IR calculados sobre o pró-labore.

Alíquotas nominais da primeira faixa do Simples (receita de até R$ 180 mil em 12 meses). A economia real depende do seu faturamento e das suas despesas, e a gente calcula antes de você decidir.

Calcular o meu caso

Como funciona

Do primeiro contato à empresa no anexo certo

  1. Fale com a gente

    Conte onde você atende: clínica, consultório, domicílio ou para outras empresas.

  2. Simulamos os cenários

    Pessoa física, Anexo III e Anexo V com os seus números, incluindo o pró-labore ideal.

  3. Abrimos ou ajustamos o CNPJ

    CNAE, contrato social, Prefeitura, opção pelo Simples e orientação para o registro no CREFITO.

  4. Acompanhamos todo mês

    Fator R monitorado, DAS, notas fiscais, pró-labore e obrigações em dia.

Por que a SOS Contabilidade

Contabilidade que acompanha o Fator R da sua empresa

Contador com CRC ativo

Seu caso é analisado por um contador registrado, não por um robô.

Fator R acompanhado mês a mês

Monitoramos a relação entre folha e receita para a empresa não cair no Anexo V sem aviso.

Resposta em até 60 min

Atendimento 100% online, de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Foco na área da saúde

Atendemos fisioterapeutas, dentistas, psicólogos, médicos e clínicas.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre contabilidade para fisioterapeutas

Quanto de imposto paga um fisioterapeuta com CNPJ?

No Simples Nacional, a fisioterapia é tributada pelo Anexo III ou pelo Anexo V, conforme o Fator R. Na primeira faixa (receita de até R$ 180 mil em 12 meses), a alíquota nominal é de 6% no Anexo III e de 15,5% no Anexo V, e ela sobe conforme o faturamento. Sobre o pró-labore incidem INSS e, quando for o caso, Imposto de Renda.

Lei Complementar 123/2006 (Simples Nacional), art. 18 e anexos

Como funciona o Fator R na fisioterapia?

O Fator R divide a folha dos últimos 12 meses (salários, pró-labore e encargos como o FGTS) pela receita bruta do mesmo período. Com resultado de 28% ou mais, a empresa é tributada pelo Anexo III; abaixo disso, pelo Anexo V. A regra está no art. 18 da Lei Complementar 123/2006, que inclui a fisioterapia entre as atividades sujeitas a esse cálculo.

Lei Complementar 123/2006 (Simples Nacional), art. 18 e anexos

Qual pró-labore devo retirar?

O pró-labore costuma ser calibrado para levar o Fator R a 28%. Exemplo: com faturamento de R$ 15 mil por mês e sem funcionários, ele precisaria ficar perto de R$ 4.200. Sobre esse valor incide o INSS de 11%, e, pela regra em vigor desde 2026, rendimentos de até R$ 5 mil por mês ficam sem IRPF. O restante do lucro pode ser distribuído conforme a escrituração contábil.

Lei 15.270/2025: redução do IRPF para rendimentos de até R$ 5 mil

A empresa precisa ser registrada no CREFITO?

Sim. Empresas que prestam serviços de fisioterapia devem se registrar no CREFITO da sua região (em São Paulo, o CREFITO-3) e indicar um fisioterapeuta como responsável técnico. Orientamos esse registro junto com a abertura do CNPJ.

Resolução COFFITO nº 09: registro de empresas nos conselhos regionais

Vale a pena sair de pessoa física para CNPJ?

Depende da renda e de quem paga pelos atendimentos. Como pessoa física, a tabela do IR chega a 27,5%; com CNPJ no Anexo III, a alíquota inicial é de 6%, somada aos custos da contabilidade e das obrigações. Com renda mensal constante, o CNPJ costuma compensar, e fazemos a conta com os seus números antes da decisão.

Atendo em domicílio. Como fica a nota fiscal?

Na fisioterapia, o ISS é devido, em regra, no município onde a empresa está estabelecida, mesmo quando o atendimento acontece na casa do paciente. A nota é emitida pelo seu CNPJ para cada paciente ou convênio, e os custos de deslocamento podem ser registrados como despesa da empresa.

Lei Complementar 116/2003 (ISS)

Posso ter um studio de Pilates no mesmo CNPJ?

Pode, desde que as atividades estejam descritas corretamente. Pilates conduzido como tratamento fisioterapêutico e Pilates como atividade física podem ter CNAE e tributação diferentes, por isso a descrição das atividades é definida antes do registro.

Quanto custa a contabilidade?

A análise inicial não tem custo. O valor mensal depende do volume de notas fiscais, de funcionários e de sócios, e é apresentado antes da contratação.

Você cuida da recuperação dos pacientes. A gente cuida do imposto da sua empresa.

Fale com um contador e descubra em qual anexo a sua empresa deveria estar.

Falar com um contador no WhatsApp

Prefiro preencher o formulário

Sobre estas informações

Conteúdo da SOS Contabilidade com base nas regras vigentes em . Prazos, descontos e condições de parcelamento podem mudar; a orientação para o seu CNPJ depende do diagnóstico individual.